Quando o “Avante” era o porta-voz de um autêntico partido comunista

Bandeira Vermelha, 5 Março 1981

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O 18 de Janeiro de 1934 foi anarquista?

Francisco Martins Rodrigues

O silêncio embaraçado que os dirigentes revisio­nistas mantêm em torno do 18 de Janeiro (como de toda a história do PCP) tem dado espaço a uma campanha anarquista de recuperação dessa jor­nada, campanha que se impõe desmistificar.

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Informe à 3.a Assembleia da OCPO

Francisco Martins Rodrigues

  1. Forças escassas, grandes tarefas

Desde a ruptura com o PC(R) tornou-se evidente a desproporção entre as metas que fixámos à OCPO e as forças reais de que dispú­nhamos: elaborar um programa comunista — mas com que prepara­ção teórica? ganhar raízes na vanguarda operária — mas onde estão os militantes capacitados para isso? fazer um largo trabalho de agitação e propaganda — mas que é dos meios técnicos e financeiros?

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Agir antes que seja tarde de mais!

Francisco Martins Rodrigues

Como não há-de estar em crise uma esquerda que continua a assistir de braços cruzados ao calvário do povo palestiniano, como se não lhe dissesse respeito?

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Depois do 25 de Abril venezuelano caminhamos para o seu 25 de Novembro?

Francisco Martins Rodrigues

Há na corrente trotskista, como se sabe, as mais díspares posições quanto ao “chavismo”, desde os fortemente críti­cos aos francamente entusiastas, como é o caso de Alan Woods, autor do artigo “Os marxistas e a revolução venezue­lana”. Com extensas citações de Trotsky e do falecido teórico Ted Grant, que fundou o grupo inglês The Militant, Woods procura demonstrar o papel original de Hugo Chávez no movimento revolucionário venezuelano. Interessa sobretu­do neste caso a comparação que o autor faz com o processo revolucionário em Portugal.

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